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Murici
Campeonato Alagoano 2017 MURICI Fumeirão 29/04/2017 às 17h30
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 História


1951 - Arapiraca tinha como prefeito o Dr. Coaracy da Mata Fonseca. A cidade, ainda pequena, começava a trilhar o caminho do progresso. A feira já começava a se destacar em todo o Nordeste brasileiro. A empresa Camilo Colier estava construindo a estrada de ferro e isso exigia o trabalho de muita gente. E essas pessoas buscavam algum meio de diversão nos dias de folga. Como não poderia deixar de ser, o futebol estava em primeiro lugar. E a pedido dos funcionários, a direção da empresa resolveu construir um campo de futebol. Formou-se o time, que obteve o sugestivo nome de Ferroviário, com as cores preto e branco. As tardes de domingo da cidade passaram a ser mais movimentadas, pois seus habitantes tinham lugar certo para ir, o campo da estação. Mas a construção da estrada de ferro foi concluída. O Ferroviário acabou. A diversão das tardes de Domingo não existia mais.


1952 - Empresários e autoridades da cidade não estavam conformados com o vazio provocado pela falta do futebol. Após várias discussões, surgiu, assim, no dia 25 de setembro de 1952, a ASSOCIAÇÃO SPORTIVA DE ARAPIRACA, era "o" ASA que surgia da força empreendedora do Sr. Antônio Pereira Rocha, o primeiro presidente.


1953 - Ano do primeiro campeonato, que começou com o pé direito, sendo Campeão Alagoano logo na sua primeira participação. O regulamento da competição determinava que o campeão da capital decidiria com o campeão do interior. O ASA, bravamente, venceu o campeonato do interior. O campeão da capital, Ferroviário, no entanto, recusou-se a disputar as partidas finais. A Federação Alagoana de Futebol proclamou o ASA campeão alagoano de 1953 em ato publicado na Gazeta de Alagoas do dia 7 de abril de 1954. O título alvinegro de 1953, apesar de ser do conhecimento dos torcedores que comemoraram a conquista, acabou sendo esquecido pela mídia. Há que ser lembrado que Arapiraca em 1953 era apenas a sexta maior cidade do Estado de Alagoas (hoje é a segunda maior) e não tinha emissoras de rádio ou jornais. E acabou acontecendo a velha máxima de que uma mentira de tanto ser repetida acaba se tornando "verdade". No caso, a mentira era o título do Ferroviário da capital, amplamente divulgado. No entanto, o cidadão arapiraquense Dr. José Pereira Neto, já na década de 90, trouxe a prova do esquecido, pela mídia, título de 1953, ao pesquisar e redescobrir a Gazeta de Alagoas com o ato homologatório de 1953. O ato que colocou o ASA de Arapiraca na lista dos campeões alagoanos está exposto no Museu dos Esportes do Estádio Rei Pelé. Graças a esse primeiro título, o ASA também ficou conhecido como "O time que já nasceu campeão".


HistóriaO time que já nasceu campeão.


1960 a 1970 - Na década de 60 o ASA ficou conhecido como “Fantasma das Alagoas” em razão das suas brilhantes excursões pelo Nordeste brasileiro, desbancando times da região.


1973 - Mané Garrincha jogou por quase noventa minutos com a camisa do ASA. Correu, driblou, mas não fez gol. O alvinegro venceu o CSA por 1x0. Ele só saiu de campo após ajudar a vitória ao ASA, o gol do alvinegro saiu dos pés de Cambota, aos 32 minutos do segundo tempo. Mané contribuiu para devolver a derrota da semana anterior. Dias antes, a "alegria do povo", como era conhecido, vestiu a camisa do CSA em um jogo amistoso contra o alvinegro, em Maceió. Na partida, o azulino venceu por 3x1. "Seu Mané" estava se despedindo da torcida brasileira. Seu futebol estava chegando ao fim. Suas pernas tortas já não corriam como antes. Seus dribles já não eram tão eficientes. Mesmo assim, Garrincha jogou e a torcida alagoana entendeu seu drama. Foi intensamente aplaudido em sua despedida.


1977 - A associação passou a ser AGREMIAÇÃO SPORTIVA ARAPIRAQUENSE, continuando a ser o mesmo ASA.


1979 - Fez excelente campanha no campeonato brasileiro, ficando conhecido nacionalmente pela brilhante classificação para a segunda fase da competição com cinco vitórias consecutivas.


1982 - Uma idéia brotou, levando o eterno alvinegro da terra dos Andrés, a incluir a cor verde no uniforme, uma alusão à cultura do fumo que representava, até então, a principal fonte de economia de Arapiraca.


2000 - Após quase 47 anos sem vencer um campeonato, o ASA sagrou-se campeão alagoano.


2001 - ASA conquista o bicampeonato alagoano. Foi o terceiro título estadual de sua história. Na terceira partida decisiva, no estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca, os donos da casa marcaram 2 a 1 no CSA. Os gols foram de Denílson e Soares.


2002 - O ASA elimina o badalado Palmeiras em pleno Parque Antártica, mesmo tendo perdido por 2 a 1, seguiu em frente na Copa do Brasil por critérios de desempate, pois venceu por 1 a 0 no Fumeirão, fato muito divulgado na imprensa nacional daquele ano.


2003 - Campeão alagoano.


2005 - Campeão alagoano e campeão da Copa Alagipe.


2009 - Campeão alagono e vice-campeão do Campeonato Brasileiro da Serie C, depois de conseguir um acesso dramático em um empate por 2x2 diante do Rio Branco-AC em plena arena da floresta. Jogo que ficou conhecido como batalha do Acre.


2011 - ASA volta a vencer Coruripe e é campeão alagoano em pleno Estádio Gerson Amaral, alvinegro arapiraquense aplicou 4x3 no Hulk no segundo jogo das finais.


2013 - Vice-campeão da Copa do Nordeste. Depois de um começo ruim na competição, com três derrotas nas três primeiras partidas, todos davam o ASA como eliminado, mas a equipe deu a volta por cima e venceu os três jogos restantes se classificando em 2°. Nas quartas depois de um empate em 0x0 em Arapiraca, o ASA venceu o ABC no frasqueirão por 2x1. Passando para a semifinal o alvinegro empatou em 2x2 com o Ceará em Arapiraca, mas venceu em pleno Castelão lotado por 1x0 gol de Leo Gamalho de cabeça após cobrança de escanteio. Na final o alvinegro não conseguiu segurar a entrosada equipe do Campinense e ficou em segundo lugar na competição.

*Campeão Alagoano 1953

O time que já nasceu campeão. No ano seguinte do seu surgimento, o ASA já conseguiu seu primeiro título, após vencer o campeonato do interior e o Ferroviário, vencedor do torneio da capital, recusar a disputar as partidas finais.


*Campeão Alagoano 2000

Após 47 anos de espera, em 2000, em pleno Estádio Rei Pelé, em Maceió, o ASA sagra-se campeão alagoano pela segunda vez. Um momento histórico e de felicidade para os torcedores alvinegros.


*Campeão Alagoano 2001

Neste ano, o ASA fez uma campanha brilhante. Conquistou o Campeonato Alagoano em pleno Estádio Municipal Coaracy da Mata Fonseca, em Arapirca, sob o olhar de mais de 12 mil torcedores.


*Campeão Alagoano 2003

Mais uma vez o palco da conquista foi o “fumeirão”. O torcedor compareceu, lotou o estádio, vibrou, cantou, gritou, e comemorou o terceiro título estadual em menos de quatro anos. 


*Campeão Alagoano 2005 

Em 2005, pela primeira vez, o ASA conquista um título estadual vencendo os dois turnos, sagrando-se campeão “direto”. O Estádio Coaracy da Mata Fonseca foi a “loucura” com o entusiasmo da torcida, soltando a voz: “Penta Campeão”!


*Campeão Alagipe 2005

Para triunfar ainda mais o ano, as Federações de Alagoas e Sergipe promoveram um torneio regional, intitulado Alagipe, reunindo clubes dos dois estados. Nas primeiras fases, o Alvinegro derrotou todos os times do Estado e na final, venceu as duas partidas contra o Largatense e conquistou a tríplice coroa em 2005.


*Campeão Alagoano 2009

Depois de longos três anos sem título, passando pelo vice-campeonato em 2008, o ASA chega a 2009 com uma nova diretoria e uma nova forma de vencer. Em uma brilhante campanha, o clube de Arapiraca venceu o primeiro turno fora de casa, e com o Municipal lotado, também conquista o segundo turno, superando barreiras e sagrando-se mais uma vez campeão estadual.


*Vice-campeão Brasileiro da série C 2009

O ano de 2009 estava predestinado para ser um dos melhores anos da história do ASA. Depois de conquistar o Campeonato Alagoano e se sair muito bem na Copa do Brasil, o Alvinegro disputa o Brasileiro da série C com outros dezenove clubes. A primeira fase reuniu times do nordeste e apesar das dificuldades, consegue se classificar. O acesso para a série B é coroado em um empate majestoso em plena Arena da Floresta, no Acre, deixando o coração dos milhares de torcedores eufóricos de alegria. A campanha não parou por ai. Depois do acesso foi à vez de chegar à final, onde acabou sendo derrotado e ficando com o vice-campeonato.


*Campeão Alagoano 2011


ASA volta a vencer Coruripe e é campeão alagoano em pleno Estádio Gerson Amaral, alvinegro arapiraquense aplicou 4x3 no Hulk no segundo jogo das finais.


*Vice-campeão da Copa do Nordeste 2013.


Depois de um começo ruim na competição, com três derrotas nas três primeiras partidas, todos davam o ASA como eliminado, Mas a equipe deu a volta por cima e venceu os três jogos restantes se classificando em 2°. Nas quartas depois de um empate em 0x0 em Arapiraca, o ASA vence o ABC no frasqueirão por 2x1. Passando para a semifinal o alvinegro empata em 2x2 com o Ceará em Arapiraca, mas vence em pleno Castelão lotado por 1x0 gol de Leo Gamalho de cabeça após cobrança de escanteio. Na final o alvinegro não conseguiu segurar a entrosada equipe do Campinense e ficou em segundo lugar na competição.

Acebilio


Foi um craque. Usava a inteligência, evitava os obstáculos, racionalizava o esforço e consagrou um estilo. Um atleta de futebol com a intensidade exata da força, direção infinitamente correta, sentido rigorosamente certo. Era o equilíbrio físico, técnico e mental representado da melhor forma. Tudo isso era Acebilio em seus melhores tempos.


Viveu sua vida vestindo a camisa do ASA de Arapiraca onde se sagrou campeão alagoano em 1953 e atuou por 20 anos. Fora do futebol foi professor e sempre soube manter suas amizades.


 


Cecé


Sebastião Siqueira da Silva, o Cecé, era Pernambucano, mas Arapiraquense de coração. Começou sua carreira no ASA em dezembro de 1952 e um ano depois conquistou o Campeonato Alagoano, sagrando-se a revelação da competição.


O jogador ficou conhecido como “O Arataca”, pois era um jogador técnico, com chute forte e se deslocava com muita facilidade,

 


Ex-presidentes


Antônio Rocha
Egberto Baiano
Antônio Pereira
Maringá Felix
Januário Leite
Florisvaldo Magalhães
Júlio Silva
Pedro Kecé
João Dino
Dijacir Barbosa
Sylvio Rodrigues
Solidônio Tenório
Moacir Teófilo
Manoel B. da Silva
Gonzaguinha
João Laranjeira
Alonso de Abreu
José Alves
Darci Leão
Ednel Luis
João Luis Gomes
Luiz Alfredo
Sutebam
Gilberto
Sr. Lórdes
Milton Carvalho
José Joaquim
José Mota
Aldo Lima
Narciso Leão
Ednaldo Lima
Luis Leonardo
José Alves dos Santos
Francisco P. Tavares
Bertino Mendonça
Leônidas de Abreu Silva
Paulo Tenório
Geraldo de Lima Silva
Aurelino F. Barbosa
Reginaldo José da Silva
Demouriez Leão
Severino Pereira
Sebastião Candidado
Noel Alves
José Caçula
Pedro Leite
Jadelson Barbosa
Zezinho Nascimento
José de Oliveira Barbosa
Luciano Machado
Móises Machado
Clarindo Lopes
Jairo Barros
Nelson Filho
Celso Marcos
José dos Santos Oliveira
José Alexandre Filho

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